sexta-feira, 3 de abril de 2009

International Magic Festival


Neste próximo final de semana os campeões mundiais de mágica estarão se apresentando no HSBC Brasil em São Paulo.

Este evento reunirá sete dos mais aclamados mágicos da atualidade:

Hugo Valenzuela (Argentina)

Com apenas 27 anos é considerado uma dos maiores mágicos do mundo. Valenzuela se apaixonou pela mágica aos 13 anos, a partir do estudo das cartas (card-magic) e, mais tarde, do ilusionismo. Suas criações o levaram a ganhar, em 2006, o principal prêmio do mundo da mágica, o FISM. No mesmo festival, também recebeu o prêmio de O Mais Original Número do Mundo, concorrendo com 101 mágicos de todo o mundo.

Xavier Tapias (Espanha)

Extremamente criativo, sua mágica, incomum e diferente, surpreende, emociona e impacta.

Vencedor dos prêmios Mandrake D´Or 2007 e Top Ten FISM 2006, entre outros.

O que começou há 28 anos como um hobby, acabou por se tornar seu trabalho e sua vida.

Enric Magoo (Espanha)

Com média de 200 apresentações ao ano, já mostrou sua mágica na Inglaterra, Estados Unidos, Bélgica, Itália, Alemanha, Holanda, França, Portugal, Suíça, Mônaco, Japão, Canadá, México, Chile, Marrocos, Porto Rico e Colômbia.

Entre seus prêmios, destaca-se o “Mandrakes d'or” (França, 1994).

Duo Kybalion (Rússia e Argentina)

Formado pelo argentino Guillermo e pela russa Inna, a dupla é uma das maiores referências atuais do quick change (troca de roupas em uma velocidade absurda).


Sua mágica singular, cheia de surpresas, fantasia e diversão, encanta a todos os públicos e idades. Um número altamente energético, vibrante e colorido.

Scott & Muriel (Países Baixos)

Dupla que une ilusionismo e comédia. Eles definem seu trabalho como "Slapstick Magic", ou “Palhaço Mágico”, uma combinação de comédia visual, ilusionismo, clown moderno e efeitos originais.

Vencedores do FISM em 2000, são a única dupla cômica a ter ganho o título de "Campeões Mundiais de Magia".

Philipparts & Anja (Holanda)

O rosto branco, boca enorme, cabelo multicolorido de Philippart lembram o "Kiss", "The Joker", "Beetlejuice" ou "O Máscara". O humor ingênuo e inteligente de Anja faz seu contraponto ideal.

A soma das experiências de Philippart como cantor de rock e ator de teatro, e de Anja como bailarina, estilista e graduada em Artes, criam a experiência única e explosiva em suas aventuras no palco.

Mário Kamia (Brasil)

Segunda geração de uma família de ilusionistas, Kamia é o precursor da combinação entre computação gráfica e efeitos mágicos no Brasil.

Reconhecido internacionalmente como um dos melhores ilusionistas do Brasil, Kamia já se apresentou na Espanha, Estados Unidos, Peru, Chile, Argentina, Caribe e Uruguai. Com 20 anos de experiência, Kamia encanta platéias com suas apresentações marcadas pela tecnologia, criatividade e dinamismo.

Horários:
04/04/09 - Sábado - 16:30 e 20:30h
05/04/09 - Domingo - 16:00 e 20:00h

Local:
HSBC Brasil
Rua Bragança Paulista, 1281
Chácara Santo Antônio

Maiores detalhes para a compra de ingressos, cujos preços variam entre 60 e 100 reais, pode ser obtido no site do HSBC Brasil.

sexta-feira, 27 de março de 2009

Convite:



Aqui está mais uma oportunidade de você assistir um Show de Ilusionismo de qualidade com alguns dos atuais mágicos que formam a AMSP (Associação de Mágicos de São Paulo).

Vai ter de tudo um pouco: mágica de proximidade (close-up), mágica de palco, mentalismo e até grandes ilusões.

A maioria dos mágicos que irão se apresentar são profissionais de grande experiência que são contratados com frequência para vários shows e alguns inclusive com passagem por programas de TV.

Na modalidade mentalismo veja no vídeo abaixo algo que poderá ter a oportunidade de presenciar bem de perto:



Data: 30/03/2009 (Segunda-feira)
Local: ANFITEATRO DO MUSEU DA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO
Endereço: Rua Jorge Miranda nº 308 (Esta rua fica junto a estação Tiradentes do Metrô)
Horário: 21 horas

quinta-feira, 26 de março de 2009

Vamos viajar?

.
Que tal uma viagem exatamente agora aí onde está ao som de Jean Michael Jarre?

Antes de qualquer coisa, sente-se confortavelmente em sua cadeira e procure ficar o mais relaxado possível (fique tranquilo, pois não se trata daqueles vídeos onde no final você toma um p... susto - dou minha palavra de blogueiro e aposto minha credibilidade nisto).

Caso esteja sem tempo para curtir a viagem sem interrupções, deixe isto para mais tarde quando estiver mais tranquilo.

Primeiro vamos viajar por nosso planeta...



Agora vamos viajar para um outro planeta de nosso sistema solar...



Está gostando? Então que tal agora dar um "pulinho" em outras galáxias do universo...



Quer ir um pouco mais longe? Então vamos visitar uma outra dimensão...



Está bem relaxado? Não pense em nada neste momento. Apenas viaje pelo próximo vídeo deixando a música te levar enquanto sua mente vagueia pelas imagens...



Fim da viajem.
Pode acordar agora...
Ei, acorda!
Já acabou!
tsc, tsc...

Bem, se você continua com a cara grudada na tela do computador com o olhar vago e distante, provavelmente tenha entrado em estado "alpha" de relaxamento.

Então, bons sonhos e até a próxima viagem.

P.S.: Sempre que estiver muito preocupado, ansioso ou agitado, repita esta viagem e se sentirá bem melhor ao final. Tudo não passa de processo psicológico de relaxamento mental e não tem nada haver com condicionamento para possessão demoníaca. Por favor, poupe-me destas superstições ridículas, pois estas coisas só acontecem com mentes fracas e desequilibradas.

quarta-feira, 25 de março de 2009

A Revista VEJA surpreende!


Achei muito interessante a decisão da revista Veja de disponibilizar o acesso irrestrito a "todas" as edições na íntegra (de capa à contra-capa) dos últimos 40 anos.

É um trabalho impressionante e creio que servirá como fonte de consulta e garimpagem de dados para efetivação de eventuais trabalhos de pesquisa. Todas as edições de VEJA poderão ser consultadas na íntegra na web. A revista VEJA abre todo o seu acervo de 40 anos de existência na internet.

Todas as edições poderão ser consultadas na íntegra em formato digital no endereço:

http://veja.abril.com.br/acervodigital/


A revista liberou o acervo em comemoração ao seu aniversário de 40 anos. A primeira edição de VEJA foi publicada em 11 de setembro de 1968.

O sistema de navegação é similar ao da revista em papel: o usuário vai folheando as páginas digitais com os cliques do mouse.

O acervo apresenta as edições em ordem cronológica, além de contar com um sistema de buscas, que permite cruzar informações e realizar filtros por período e editorias.

Também é possível acessar um conjunto de pesquisas previamente elaborado pela redação do site da revista, com temas da atualidade e fatos históricos.

Com investimento de R$ 3 milhões, o projeto é resultado de uma parceria entre a Editora Abril e a Digital Pages e levou 12 meses para ficar pronto. Mais de 2 mil edições impressas foram digitalizadas por uma equipe de 30 pessoas. O banco Bradesco patrocinou a iniciativa.

Uma iniciativa fantástica que democratiza o acesso à informação e que deveria ser seguida por outras revistas formadoras de opinião.

segunda-feira, 23 de março de 2009

Deus é amor ou o amor é deus?


Em certo programa evangélico na rádio ouvi alguns testemunhos de pessoas que tinham em determinado momento de suas vidas se envolvido com drogas, prostituição, jogatinas e outros problemas diversos, e, como era de se esperar, acabaram no fundo do poço tendo que colher os frutos de suas escolhas equivocadas, tais como crise conjugal, doenças, filhos desajustados, desemprego, crise nas finanças pessoais, depressão e outros desajustes psicológicos, etc.

Todos eles eram enfáticos em dizer como a fé em um Deus pessoal de amor, compaixão e misericórdia mudou completamente suas vidas. O drogado acreditou que Deus o amava sendo poderoso para lhe libertar e acabou abandonando o vício. Aquele lar desajustado ficou muito melhor depois que passaram a acreditar que existia um Deus com um propósito específico para cada vida ali envolvida. Até mesmo os problemas de saúde (a maioria oriundos de desajustes psicológicos) encontraram a cura quando as pessoas que as sofriam passaram a encarar a vida de uma perspectiva mais otimista, pois passaram a crer que Deus se preocupava com os mínimos detalhes de sua vida.

Tirando todo o sensacionalismo e mercantilismo por trás da esmagadora maioria dos segmentos religiosos (aliás, não conheço nem um sequer que esteja isento disto), é inegável o fato que a crença em Deus tem seus benefícios pessoais e sociais. Para negar isto será necessário fechar os olhos para as evidências de fatos concretos bem palpáveis e mensuráveis.

Não quero aqui entrar no mérito religioso especificando qual conceito de divindade é mais vantajoso, mas apenas quero fazer uma breve análise tratando simplesmente da fé ampla em um ser criador amoroso, justo, onipotente, onisciente e onipresente. Mesmo porque existem certos conceitos de divindade que são considerados prejudiciais ao ser humano por mantê-lo preso a superstições que não fazem o menor sentido à luz dos atuais conhecimentos científicos. Esqueça isto por enquanto! Vamos apenas falar de forma generalizada da fé em um Deus capaz de transformar uma vida para melhor.

Este tipo de reflexão leva-me a pensar na proposta de alguns ateus mais radicais e militantes que afirmam aos quatro cantos que o mundo seria um lugar bem melhor para se viver caso a crença em Deus fosse definitivamente extinta. Será? Como? De que forma aquele viciado encontraria a libertação dentro de uma proposta de um mundo ateu? Onde aquele desajustado social encontraria forças para mudar de vida simplesmente acreditando que Deus não existe e de que ele está neste planeta sem qualquer tipo de propósito específico. Na ciência?

Teria a ciência o poder de transformar vidas? Tenho para mim que se o conhecimento científico fosse o suficiente para libertar o homem de suas mazelas, o ser humano estaria cada vez mais ajustado e o mundo cada vez melhor. É claro que esta é uma afirmação bem simplista, pois apesar do grande avanço científico, os desequilíbrios sociais neste mundo devem ser considerados, bem como o fato de ser humano ser o tipo de “bicho” que é.

Para o sincero pesquisador da verdade, aquele que procura entender se a existência de Deus é uma realidade ou não, este tipo de argumentação não será muito convincente. O fato de um conceito fazer bem para algumas pessoas não prova que ele seja verdadeiro. Acreditar em Papai Noel me fazia mais feliz quando eu era uma criança, porém isto não significa que este personagem existiu de fato na minha infância.

Conforme avanço neste tipo de raciocínio começo a conjecturar se que aquele viciado ou desajustado, que mudou sua vida devido ao “amor de Deus”, também não seria transformado com base na realidade do amor sem Deus. Entenda “amor sem Deus” como o amor desinteressado de um semelhante por outro, capaz de trazer significado para a vida por mais efêmera que seja.

O crente em Deus acredita que Deus é a fonte deste amor que transforma. Já o ateu entende que o amor pode transformar pelo simples fato de ser o que é e independentemente de onde se atribua sua fonte. Pronto! Está aí um conceito comum no qual crentes em Deus e ateus podem dar as mãos, a saber, de que o amor que gera interesse abnegado e altruísta de uns para com os outros é o grande segredo de uma humanidade melhor.

Que diferença faz se para o crente “Deus é amor” enquanto para o ateu “o amor é deus”? “Blasfêmia!”, dirá o crente que acredita não existir o amor sem Deus. “Idiotice!”, dirá o ateu que entende não existir qualquer tipo de deus.

Tudo bem! Então continuem brigando entre si para impor suas idéias uns aos outros ao invés de simplesmente entenderem que não importa se personificamos ou não o amor, pois no fundo o que realmente importa é o fato inegável de que o amor existe e pode continuar trazendo transformação e significado para a nossa existência.

sexta-feira, 20 de março de 2009

Outono

Autor desconhecido



20 de março


Outono é outra primavera, cada folha uma flor. Albert Camus


A brisa suave acaricia meu rosto
Desperta sentimentos de ternura e beleza
Clarim luminoso do sol
Beija as flores adormecidas
É outono com certeza!!!



Outono...
Tempo de fenecer
As folhas que aparentam secas
Expiram de amor para renascer!



Outono...
Tempo de colheita, onde os frutos crescem.
Tempo de colher o amor, suspiro de emoção.
Tempo de colher as lições da vida.



Outono...
Estação do amor duradouro...
Apesar da efemeridade das folhas,
Resta-nos a perpetuação das sementes...



Outono! Mágica estação
A desfolhar do meu coração
Mágoas que deixaram em mim!



Outono! Doirada estação
Prenúncio de um sonho bom
Esperança de um novo porvir!


quinta-feira, 19 de março de 2009

A Razão e a Fé


Aceitar um argumento mediante o uso da razão é saber analisar de forma coerente os fatos (as evidências) se valendo de todo conhecimento científico disponível e utilizando-o para se aproximar cada vez mais da verdade.

Aceitar um argumento mediante o uso da fé é saber que não existem meios de comprovar de forma irrefutável aquilo que se crê, mas mesmo assim decidir acreditar naquilo como sendo uma verdade absoluta, não passível de questionamentos.

A razão está sempre à procura da verdade, porém a fé já a possui. Por outro lado, quando a razão encontra uma verdade inquestionável, a fé perde completamente sua função.

Aprendi entre os religiosos que a fé e a razão não são antagônicas, mas se complementam. Em outras palavras isto quer dizer o seguinte, como a fé já é detentora da verdade, tudo aquilo que a razão puder conceber de forma a consubstanciar a fé será prontamente aceito, porém quando houver discordância a razão deve ser subjugada (silenciada) pela fé.

Por outro lado, a razão pode ser complementada com a fé. Os cientistas muitas vezes fazem isto ao admitir como verdade certas premissas que não podem ser provadas de forma empírica. Mas existe uma enorme diferença entre a fé de um cientista e de um religioso, pois o primeiro jamais subjugará a razão por causa da fé, pelo contrário, caso a razão lhe indique um caminho contrário àquilo que anteriormente cria, não hesitará em mudar suas crenças.

No meio religioso usar a razão para questionar a fé não é algo visto com bons olhos. Para eles a fé pode questionar a razão, mas nunca o contrário. Sinto na minha própria pele todo o preconceito movido pelos religiosos apenas porque um dia resolvi eleger a razão, e não mais a fé, como soberana. Já até me disseram que vou para o inferno por causa disto, mas sinceramente não entendo como eles podem crer num deus que salva somente pela fé os seres que um dia ele mesmo criou dotados de razão.

Diante disto me pergunto se um homem de fé pode ser racional. Os religiosos me dirão prontamente que sim, mas eles mesmos precisam admitir que a racionalidade de um homem de fé é parcial e limitada às suas crenças, pois nunca poderá ir além delas.

Concluo que entre a razão e a fé, o primeiro tem muito mais possibilidade de encontrar a verdade do que o segundo que acredita piamente, até mesmo contra a própria razão, que já a possui.