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quinta-feira, 25 de novembro de 2010

U-HÚÚÚÚÚÚÚÚ

por Cleiton Heredia


Quem é corredor de rua e já participou das provas mais clássicas aqui de São Paulo, com certeza já deve ter visto um corredor magrelo e cabeludo (às vezes também barbudo) muito divertido agitando a todos por onde passa. Ele é o professor universitário de matemática e estatística, e também ultramaratonista, Roberto Losada Pratti, mais conhecido pelo apelido de Beto Cahorrão ou simplesmente Cachorrão.

Este animado corredor é um ícone das corridas de rua e do alto astral, pois corre o tempo todo da prova, não importando se é uma simples prova de 10 km ou uma ultramaratona de 100 km, cantando, gritando (u-húúúúúú é a sua marca registrada), agitando, apitando, dançando, contando piada, cumprimentando o povão e animando a todos que passam por ele.

Ele é o mentor e fundador da "Turma da Tartaruga" cuja filosofia é correr devagar e sempre, curtindo a prova a cada passada. Nada de sair que nem um louco na tentativa de baixar tempo fazendo da prova momentos de sofrimento e martírio. A palavra de ordem do Prof. Beto é se divertir e extravasar as energias fazendo da corrida momentos de pura descontração e alegria.

Nada contra os atletas que correm visando baixar tempo. Eu mesmo já fiz muito disto. Porém, depois de ter experimentado a sensação de correr na "Turma da Tartaruga", digo que encontrei a verdadeira satisfação e alegria de correr.

Correr por correr, correr brincando, correr sem compromisso, correr não se preocupando em chegar, mas sabendo que irá chegar e chegar bem, com saúde, com disposição, com endorfina no sangue e alegria no coração. Esta é a filosofia do Prof. Cachorrão, uma das figuras mais queridas das corridas de rua de São Paulo, e da sua animada "Turma da Tartaruga".

U-HÚÚÚÚÚÚÚÚÚ!!!!

Assista ao vídeo abaixo para conhecer melhor este atleta exemplar:



Link relacionado: Artigo "Cachorro Doido" da Runner´s World Brasil

domingo, 2 de maio de 2010

Treinando na Maratona de São Paulo

por Cleiton Heredia


Hoje foi dia de Maratona em São Paulo e eu aproveitei a oportunidade para fazer um teste para ver como eu me sairia correndo pela primeira vez este ano uma distância superior a 22 quilômetros, bem como treinar para os 24 quilômetros de montanha que terei que enfrentar no próximo sábado à noite.

A largada na Av.Roberto Marinho passando por cima da Ponte Estaiada deve ser uma das mais bonitas do mundo. O visual daquele "rio" de corredores fluindo por sobre a ponte é algo realmente muito bonito de se ver e principalmente de se vivenciar.

Fiz uma corrida bem tranquila num ritmo bem confortável, pois meu objetivo não era correr contra o relógio, mas sim testar minha resistência (meus planos eram correr pelo menos umas três horas).


Mais ou menos no km 10 ouvi logo atrás de mim um corredor gritar: "No pain No gain". Imediatamente reconheci o lema que acompanhou alguns corredores de montanha dos primórdios deste esporte e me virei para ver quem era. Lá estava meu amigo Pedrão, o "Ninja das Montanhas", saboreando um belo sanduíche de mortadela enquanto corria sua maratona. Corremos juntos uns 3 ou 4 km batendo um gostoso papo, mas quando percebi que ele estava puxando um ritmo mais forte do que aquele que eu tinha planejado, eu me despedi e voltei para a minha corrida.

Faltando uns 3 km para a marca dos 25 km reconheci logo adiante, pela camiseta que usavam, dois membros do famoso grupo de corredores de montanha denominado "Cavalaria". Cumprimentamo-nos rapidamente mencionando que nos veríamos no próximo sábado em Extrema.


Terminei meu treino com o hodômetro do GPS registrando 27 quilômetros. Apesar do sol forte foi um bom treino, porém não sei se o suficiente para enfrentar os 24 quilômetros noturnos em Extrema. Ali o que assusta não é a distância, mas o sim o grau de dificuldade das longas subidas e o famigerado "Pasto da Morte" com uma sofrida escalaminhada na sequência. Na verdade eu acredito que nunca estarei devidamente preparado para Extrema.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Uma Meia Maratona muito maluca

por Cleiton Heredia


Este domingo participei da Meia Maratona Internacional da Corpore e foi a primeira vez neste ano que corri uma distância superior a 20 kms.

Acordei bem cedo (5:00 AM), pois a largada seria dada às 7:30h . Fiz um desjejum duas horas antes da prova, tal como orientado pelos meus treinadores. Arrumei toda minha parafernália para encarar os 21 kms e saí de casa com os termômetros registrando 16 graus.

Consegui estacionar meu carro com relativa facilidade dentro da USP (coisa meio rara dado ao grande número de participantes destas provas da Corpore) e me dirigi até a barraca da equipe.

Esta também foi a minha primeira prova onde usei o suporte oferecido pela Equipe Tavares. Muito bom, por sinal. Uma mesa com várias guloseimas energéticas, água, gatorade, guarda-volumes, vestiário e um clima de amizade muito incentivador.

Eu não havia feito minha inscrição e iria usar a prova apenas como um treino, porém como houve uma desistência de última hora na equipe, o prof. Tavares me passou o número e o chip do desistente. Eu não poderia imaginar um dia mais perfeito. Estava tudo dando certo!

Fizemos um alongamento coletivo e faltando uns 20 minutos para o início da prova nos dirigimos para a largada. Foi aí que começou a dar tudo errado!

Cheguei na largada e me lembrei que havia esquecido passar protetor solar (o sol já começava a mostrar sua cara e meu dermatologista me proibiu de tomar sol sem protetor). Como havia tempo, eu voltei para a barraca da equipe para passar o protetor, porém na volta para a largada precisei urgente procurar um banheiro.


Quando saí do banheiro, a largada já havia sido dada e foi aí que cometi um erro terrível. Acho que na pressa de começar logo a prova acabei me esquecendo que eram duas corridas em um único evento (uma de 5 km e a outra de 21 km) e acabei entrando na corrida errada (que cagada!!!).

Fui perceber que estava na corrida errada quando de repente vi que a prova acabou. Como assim? Trinta minutos? Se eu não entrei num buraco de minhoca (um atalho hipotético através do espaço e do tempo) devo ter batido o recorde mundial!

Já consciente da minha mega-burrada lá fui eu pelo trajeto correto, porém 5 km atrás do último colocado. Rapidamente refiz os meus planos e saí do trajeto pegando atalhos e me dirigindo por entre as ruas da região da Praça Panamericana até mais ou menos o quilômetro dez. Como eu estava correndo com um dispositivo que mede a distância percorrida, eu sabia que era aproximadamente neste ponto que eu poderia retornar à prova para então completá-la normalmente.

Foi o que eu fiz! Retornei à prova no quilômetro dez e meio com meu relógio marcando 11 km percorridos. Foi desta forma completei a meia maratona mais maluca que já corri. Acho que nem vou contar para o Prof.Tavares sobre este episódio, tamanha é a vergonha que sinto! Corro 24 km no meio do mato à noite e não me perco, para então vir a me perder em uma prova de rua da Corpore em plena luz do dia. Só eu mesmo!

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Corrida de Bêbado

por Cleiton Heredia


Pelo que eu saiba atividade esportiva deveria ser sinônimo de saúde, temperança e qualidade de vida. Jamais deveria estar relacionada com hábitos nocivos como, por exemplo, a ingestão indiscriminada de bebida alcoólica.

Pois então, você sabia que existe uma corrida no litoral paulista (Itanhaém) chamada "Corrida de Santo Onofre" onde os inscritos (me recuso a chamá-los de atletas) devem correr uma distância de 3 km, porém tendo que parar obrigatoriamente em 7 postos de abastecimento ao longo do percurso (para mulheres são "só" 4 postos).


Nas paradas obrigatórias, ao invés de água ou um isotônico, os organizadores entregam a cada participante uma latinha de cerveja (isto mesmo, CERVEJA!) que deve ser ingerida na sua totalidade sem qualquer tipo de desperdício (o regulamento diz que "não é permitido jogar fora, babar, golfar, cuspir e similares") com o risco de serem desclassificados.

Ganha a corrida quem chegar primeiro tendo bebido "todas".


Eu fiz as contas e levando-se em consideração que cada latinha de cerveja contém 350 ml., os homens terão ingerido quase 2,5 litros e as mulheres quase 1,5 litros (isto sem contar as que seguramente são tomadas antes e depois para "comemorar").

Tudo bem, eu sei que isto surgiu como uma brincadeira entre amigos (1999) e depois se popularizou como uma sátira à Corrida de São Silvestre (2000), mas mesmo assim não me conformo com o fato deste evento ser considerado "o maior evento etílico-desportivo da América Latina".

Etílico-desportivo!!! Que porra é esta??? Desde quando álcool e esporte formam uma parceria?




Qualquer pessoa minimamente esclarecida sabe que álcool e esporte forma uma combinação perigosa principalmente por causa do fator hidratação - o álcool desidrata o organismo. Como se não bastasse o calor da praia (a corrida é realizada no mês de janeiro) e toda sudorese provocada pela corrida, o indivíduo ingere uma quantidade significativa de bebida alcoólica, colocando assim em risco seu sistema cardiovascular.

E não pense você que o suor ajudará a eliminar o álcool. Muito pelo contrário! A perda de água pelo suor só faz aumentar a sua toxidade.


É cada uma que inventam...

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Corrida em grupo é o segundo esporte mais praticado no Brasil (só perde para o futebol)

por Cleiton Heredia


Na postagem anterior falei do prof. Luis Tavares e sua competente equipe de assessoria esportiva especializada em treinamentos para corrida, da qual tenho o privilégio de participar desde o começo do ano.

No dia 29 de março foi ao ar pela Rede Record de televisão uma interessante matéria de aproximadamente 8 minutos onde o prof. Tavares dá algumas dicas importantes para quem quer começar a correr.

Confira:


Se você é uma pessoa sedentária espero que esta reportagem tenha lhe incentivado a começar correr atrás de uma vida com mais saúde e qualidade.

quarta-feira, 31 de março de 2010

Exercícios Educativos para Corredores

por Cleiton Heredia


Já se foi o tempo em que eu pensava que treino de corrida era simplesmente sair correndo por aí fazendo rodagens de volume (foco na distância percorrida).

Somente depois de anos e mais anos simplesmente correndo é que eu estou aprendendo na prática o quão importantes e valiosos são os exercícios educativos para se correr bem e melhor (antes eu achava que era uma frescura dispensável ao atleta amador).

O prof. Luís Tavares e sua competente equipe de treinadores fizeram por mim em dois meses de treino aquilo que eu não consegui em anos de treino solitário, ou seja, me ensinaram a correr com técnica.

Os exercícios educativos compreendem basicamente em exercício de coordenação e força que corrigem a postura do atleta para que este aprenda a correr de forma econômica e ajudam a evitar lesões devido a erros de postura ou falta de fortalecimento de um grupo específico de músculos.

Cada treinador adota um conjunto específico de exercícios educativos, mas de forma bem básica você poderá ter uma noção deles no vídeo a seguir:


Porém, muito cuidado se for tentar executar estes exercícios sem ter um profissional habilitado para lhe orientar. A razão é por que se executa-los da forma errada, eles não somente poderão ser ineficazes, mas podem acabar gerando uma lesão (o joelho é a principal vítima).

sexta-feira, 19 de março de 2010

Ouvir ou não ouvir música durante a corrida - Eis a questão! (Parte 3)

por Cleiton Heredia


Para se montar um play list é necessário primeiramente ter um conhecimento básico de como baixar músicas pela internet, mas não irei gastar tempo com isto, pois basta você digitar no Google: "Como baixar músicas na internet" e encontrará várias maneiras de se baixar músicas legalmente com um custo relativamente baixo. Porém, caso decida por "outros caminhos" é recomendável seu antivírus estar atualizado e bem ativo.

Quanto às músicas, nem precisa dizer que quem decide é o gosto pessoal de cada um. Dentro de suas preferências pessoais escolha aquelas músicas que são mais empolgantes e com um ritmo bem cadenciado (não dá muito certo correr escutando música muito melosa).


Alguns gostam de escolher suas músicas de acordo com o ritmo que pretendem correr. Por exemplo, aqueles que querem treinar num ritmo (pace) de 5 min/km pode escolher as músicas cujas batidas se encaixem na sua passada. Para aqueles que buscam sincronizar a música (batidas por minuto - bpm) com a passada (passadas por minuto - ppm) o site Run to the Beat tem algumas informações bem interessantes.


No meu caso, como tenho um gosto musical bem eclético, já gosto de variar bem os estilos e os ritmos. Enquanto você estava lendo esta postagem, caso esteja com a caixa de som ligada, você esteve ouvindo uma seleção musical* que acabei de montar para se correr aproximadamente por 1 hora e 45 minutos.

* Esta seleção esteve disponível somente no dia em que a postagem foi publicada. Caso não a tenha ouvido, aqui está a relação das músicas:

1- Eye of the Tiger (Survivor)
2- She is a Maniac (Flashdance)
3- Another Brick in the Wall (Pink Floyd)
4- Pump it (Black Eye Peas)
5- Hooked on Classics
6- Footloose (kenny Loggins)
7- A Hard Day's Night (Beatles)
8- Help (Beatles)
9- Money for Nothing (Dire Straits)
10- Revolution (Beatles)
11- Hound Dog (Elvis Presley)
12- Fear of the Dark (Iron Maden)
13- Hung up (Madonna)
14- Surfin' Bird (The Trashmen)
15- California Dreamin (Mamas and the Papas)
16- Symptom of the Universe (Black Sabbath)
17- Let's Twist Again (Chuck Berry)
18- The Devil went down to Georgia (Charlie Daniels Band)
19- Vivaldi Tribute (Jean Michael Jarre)
20- The Rising Fighting Spirit (Naruto)
21- We are the Champions (Queen)

Fim da série

quinta-feira, 18 de março de 2010

Ouvir ou não ouvir música durante a corrida - Eis a questão! (Parte 2)

por Cleiton Heredia



A minha experiência pessoal como um praticante das corridas é que a música pode ajudar em algumas situações e atrapalhar em outras.

No começo de uma prova de rua gosto de estar bem sintonizado no clima do momento, portanto dispenso qualquer tipo de música. Lá pelo quilômetro três, quando tudo começa a ficar mais calmo, uma “musiquinha” sempre é bem vinda. Porém, no quilômetro final sempre desligo o aparelho para curtir melhor a emoção da chegada.


Particularmente em uma maratona a música se torna indispensável para aqueles trechos onde você já passou do quilômetro 25 e se vê praticamente sozinho correndo por ruas quase desertas (tipo o trecho da USP na Maratona de São Paulo). Neste momento a vontade de desistir é muito grande e por isto uma música bem estimulante sempre ajuda a me distrair, bem como injeta uma dose extra de adrenalina.

Mas o que eu disse acima se refere exclusivamente às provas urbanas, pois quando se trata de uma corrida na natureza como as corridas de montanha, por exemplo, esqueça a música!


Por quê?

Os dois principais motivos são:

1) Quando você está correndo no meio do mato todos seus sentidos (especialmente visão e audição) precisam estar super alertas. Tem muitas coisas que os olhos não percebem de imediato, mas a audição te alerta: som de água corrente (riacho ou cachoeira adiante), som de animais (seria uma cobra?), som de trovões (aperte o passo que vem chuva), insetos (quem mandou não usar repelente), passos e vozes (importantíssimo para quem acha que perdeu a trilha);


2) Corrida na natureza é para se curtir a natureza: o som do vento nas árvores e nos arbustos, os mais variados sons dos pássaros, o som riacho, o som da cachoeira, o som dos sapos na beira da lagoa, o som dos grilos e cigarras sob a luz do luar. Quando percebemos tudo isto se unir numa magistral sinfonia natural, já temos toda a música de que necessitamos para continuar seguindo em frente. O único som de origem humana que é admissível em uma corrida deste tipo é o som dos nossos passos em meio ao silêncio dos nossos pensamentos.

Na próxima postagem vou dar algumas dicas de como montar um play list para correr.

Continua...

quarta-feira, 17 de março de 2010

Ouvir ou não ouvir música durante a corrida - Eis a questão! (Parte 1)

por Cleiton Heredia


Alguns dizem que só sabem correr ouvindo algo bem estimulante, pois o ritmo da música os ajuda a esquecer o cansaço, enquanto outros já dizem que tal hábito atrapalha a concentração e pode ser até perigoso.

Antes de afirmarmos ser tudo uma questão de gosto pessoal, será que existe alguma orientação técnica específica que recomende ou desaconselhe esta prática?


Bem, alguns técnicos e consultores esportivos dizem que ouvir uma música durante a corrida ajuda o atleta a se distrair e estimula a não desistir, portanto recomendam a prática como um item de forte fator motivacional. Eles também afirmam que tudo aquilo que ajude o corredor a praticar sua atividade com mais prazer é válido.

Porém, fazem algumas ressalvas e recomendações:

1) Não corra ouvindo música se costuma treinar na rua, pois o som pode impedí-lo de ouvir um veículo que se aproxima por trás, uma buzina de alerta, uma freada ou qualquer outro som que possa servir-lhe de alerta numa situação de potencial perigo;

2) Os locais mais indicados são os parques fechados para os veículos, mas mesmo assim lembre-se que precisa estar atento às bicicletas e aos transeuntes;


Já outros treinadores acreditam que muito embora a prática possa ser tolerada num treino (especialmente naqueles de maior duração - os famosos "longões"), não deve ser adotada durante uma competição onde a concentração com o ritmo e a estratégia são prioridades (acredito que isto se aplique aos atletas de elite).

Na próxima postagem vou contar um pouco da minha experiência pessoal.

Continua...

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Um Dia 25 de Janeiro para Comemorar


Dia 25 de janeiro de 2010, 456º aniversário da cidade de São Paulo. Poderia ser apenas mais um dia de feriado para mim, caso não fosse dois eventos.

O primeiro foi o meu retorno às corridas de rua. Depois de quase um ano afastado devido a uma insistente lesão no joelho, participei hoje dos 10 km do XIII Troféu Cidade de São Paulo. Foi uma corrida tranquila onde não me preocupei com o tempo, mas apenas em testar minhas condições físicas para começar um treino mais forte para as corridas de montanha que começam em março.


O segundo evento que transformou meu 25 de janeiro em um dia especial foi a conquista, pela terceira vez, da Copa São Paulo de Futebol Junior (Copinha) pelo glorioso tricolor paulista. O jogo terminou empatado em 1 a 1 com o São Paulo marcando o seu merecido gol apenas aos 40 minutos do segundo tempo. Na disputa de pênaltis só deu São Paulo; foram 3 gols maravilhosos e 3 defesas fantásticas. São Paulo campeão invicto!

Enfim, foi um feriado todinho vermelho, branco e preto.

Parabéns São Paulo!!!